Você já deve ter ouvido falar em CDB. Também deve ter ouvido que ele pode ser uma boa opção de investimento. Mas, poucas pessoas sabem que eles são certificados de depósito bancário. E, para entender isso, analise com a gente!

Você sabe dizer qual a atividade principal – e que mais dá lucro – de um banco?

É pegar dinheiro emprestado, para emprestá-lo a outra pessoa. Os bancos podem utilizar boa parte do dinheiro depositado (à vista ou a prazo) pelos usuários, para emprestar.

O depósito à vista é aquele valor deixado na conta corrente. O banco pode emprestar só uma parte desse dinheiro, mas não remunera os usuários por isso.

E os depósitos a prazo – que são os Certificados de Depósitos Bancários (CDBs) – são montantes cedidos para o banco, por um prazo que é previamente acordado. E o banco devolve esse valor, com uma taxa de juros (que pode ser pré ou pós fixada, a exemplo do Tesouro Direto).

Eles são um tipo de título privado, como as debêntures. A diferença é que eles são emitidos só pelos bancos, enquanto debêntures podem ser emitidas por empresas. Os valores investidos no CDB também tem a garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que garante até R$ 250 mil (por instituição, por CPF).

A gente quer explicar essa aplicação, mostrando as vantagens para o investidor e para o banco. Vamos falar da diferença entre CDB pré e pós-fixado, falar dos riscos e da tributação desse investimento. E, além disso, vamos dar algumas dicas!

Legislação

O CDB teve sua regulamentação 1965, pela lei 4.728, também chamada de Lei do Mercado de Capitais, mas os bancos só tiveram autorização para emiti-los a partir de 1966, com o decreto-lei nª14 (de 29 de julho de 1966).

Pré ou pós-fixado

No investimento pré-fixado, é acertado com o banco uma taxa fixa de rentabilidade para o investimento (de 12% ao ano, por exemplo).

Já no pós-fixado, a negociação acontece com um índice de reajuste – como, por exemplo, 95% do CDI.

CDBs pré-fixados têm um comportamento similar ao das Letras do Tesouro Nacional (LTN). E os pós-fixados, são mais parecidos com as Letras Financeiras do Tesouro (LFT), atrelada à Selic – que tem percentual bem próximo ao de um CDI.

Riscos

O maior risco de um CDB é que o banco quebre ou não cumpra seu compromisso. A vantagem é que o FGC garante o limite de R$ 250 mil (por CPF, por instituição). Dessa forma, você pode investir muito mais do que esse valor, é só dividir em várias instituições financeiras. Você também pode colocar uma parte do valor em seu nome, e uma parte no nome de seu esposo(a), por exemplo. Seus riscos também caem, quando você conta com a ajuda de um assessor especializado, que pode indicar os melhores investimentos e estratégias para suas aplicações. Assim, você aumenta seus rendimentos e reduz as chances de perder dinheiro ou poder de compra!

Se você ficou com alguma dúvida ou tem alguma sugestão, deixe um comentário!

Guia Pratico 2.0 Investindo em Fundos Imobiliários