Em tempos de reforma na aposentadoria fornecida pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), ficam cada vez mais evidentes as discussões sobre a previdência privada. Essa modalidade é feita por conta própria e permite que você defina os valores que receberá no futuro.

Essa liberdade maior ocorre porque, nessa modalidade de investimento, você aplica o dinheiro conforme suas possibilidades e, assim, garante uma espécie de renda extra no futuro, que complementará a previdência social. Por isso, a modalidade privada também pode ser chamada de complementar.

A questão é que muita gente ainda tem dúvidas sobre esse assunto. Para ajudá-lo a entender melhor, este guia definitivo trará as principais informações sobre a previdência complementar.

Aqui, você vai entender como funciona, quais são os tipos existentes, quais são as taxas cobradas, por que vale a pena investir e como escolher o melhor plano de previdência para o seu caso.

Quer saber mais? Então continue acompanhando:

Como funciona a previdência privada?

Essa modalidade é conhecida por ser um investimento de longo prazo, ou seja, você aplica o dinheiro agora para resgatá-lo no futuro, somente depois de se aposentar. A vantagem é que você consegue complementar o valor que receberá do INSS, já que a quantia oferecida pelo governo costuma ser menor que o montante recebido hoje como salário.

O objetivo da aposentadoria privada é, portanto, garantir mais qualidade de vida no futuro. Qualquer pessoa pode optar por essa modalidade, independentemente de ser um trabalhador regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), servidor público, autônomo, empresário, entre outros.

Em todos os casos, o usufruto do valor aplicado só acontece no final da vida profissional ou depois de muitos anos. Isso significa que você não precisa esperar até ter 60 ou 65 anos, como hoje ocorre com a previdência privada, para se aposentar. No entanto, quanto antes começar a receber o dinheiro, menor será o período de aproveitamento.

Qual a diferença em relação à previdência social?

A aposentadoria complementar é aquela que não está ligada ao INSS e é fiscalizada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), entidade do governo federal. No entanto, as diferenças não param por aí.

Enquanto na previdência social o valor que será recebido é calculado de acordo com o tempo de contribuição e remuneração recebida no último cargo, na privada, é você que escolhe a quantia que receberá e a periodicidade em que isso vai acontecer.

Outro benefício é que o valor pode ser resgatado antes da sua aposentadoria, se você desistir da previdência complementar. Por isso, é importante se atentar aos impostos cobrados para evitar uma incidência de encargos muito alta.

Quais são as fases da previdência complementar?

O funcionamento da aposentadoria privada pode ser melhor entendido com a divisão da aplicação em duas etapas. São elas:

  • Acúmulo: é o momento em que você faz os depósitos mensais em valores predeterminados. Essa fase durante um período de tempo específico, que geralmente varia entre 20 e 35 anos.

  • Renda: é quando você começa a receber o dinheiro no formato de rendimentos mensais.

Identificando essas duas fases, fica claro que é importante começar a investir na previdência complementar o quanto antes. Afinal de contas, o período de aplicação é longo.

Outra informação relevante é que você não receberá o mesmo valor que aplicou ao longo dos meses. Haverá o acréscimo de juros devido à rentabilidade do período. Esse valor varia conforme as aplicações, que podem ser feitas em renda fixa, ações ou a mescla destes dois tipos de investimentos.

Por isso, se você fez aplicações de R$ 500 todos os meses durante 30 anos, terá investido R$ 180 mil. O montante resgatado no final das contas, porém, será consideravelmente maior devido ao rendimento.

Quando começar a investir?

O investimento na aposentadoria privada pode ser feito em qualquer tempo. Basta que o seu desejo seja ter uma renda maior do que a oferecida pelo INSS no futuro. No entanto, ele é ainda mais indicado quando:

  • você recebe mais que o teto de contribuição e benefício do INSS, que em 2017 está em R$ 5.579,06;

  • você não contribui para o INSS por ser autônomo, por exemplo;

  • você não é disciplinado para guardar dinheiro e criar sua própria poupança por meio de outras aplicações.

Agora, se você pensa que não pode aplicar muito dinheiro todos os meses e, por isso, é melhor esperar, mude de ideia agora mesmo. O melhor é começar o quanto antes, mesmo que você comece aplicando pouco. Conforme a sua situação financeira melhora, o investimento mensal pode ser aumentado ou até reduzido.

Quais são os tipos de aposentadoria privada?

Essa modalidade de previdência possui dois grupos principais. Cada um deles tem suas características específicas nas quais você deve prestar atenção. Confira:

Aberta

Essa categoria é denominada dessa forma porque há mais facilidade de saque, e o resgate pode ocorrer a cada 60 dias caso tenha necessidade. A previdência complementar aberta pode ser contratada por meio de um banco ou seguradora.

Nessa categoria, há duas modalidades de previdência complementar: PGBL e VGBL. Esses são os planos mais comercializados e comuns. Veja:

Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL)

Esse modelo é mais indicado para pessoas que têm uma renda mais alta, já que o montante aplicado pode ser deduzido do Imposto de Renda (IR) no limite de 12% da renda bruta anual. No entanto, ao fazer o saque, o tributo incide sobre a quantia total existente no plano (ou seja, valor investido mais o rendimento).

Nesse caso, a vantagem é que, ao adiar o pagamento do IR, a rentabilidade é mais alta. A explicação é simples: o imposto é deduzido nas declarações anuais, o que significa que o volume investido se torna maior e a remuneração, mais elevada.

Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL)

Esse segundo plano tem como principal peculiaridade o fato de não poder ser deduzido do IR. Portanto, o tributo incide somente sobre os juros no momento do resgate. Por exemplo: o montante aplicado é de R$ 500 mil e a rentabilidade chegou a R$ 200 mil. O imposto é calculado em cima da segunda quantia (dos R$ 200 mil somente, se fosse PGBL o imposto seria em cima dos R$ 700 mil)

Devido a essas características, o VGBL é recomendado para quem tem renda mais baixa e, por isso, não faz a declaração do IR ou a realiza por meio de formulários simplificados.

É importante destacar que tanto o PGBL quanto o VGBL permitem atrelar um pecúlio por invalidez ou morte. Nesse caso, é como se contasse como um seguro que será repassado à família ou entregue a você mesmo caso algum imprevisto ocorra. Hoje tem opções de seguros separados da previdência que são mais eficientes (mais baratos), mas não posso destacar que alguns bancos oferecem esse tipo de seguro.

Fechada

Essa modalidade é prevista para funcionários de uma empresa, entidade de classe ou sindicato. É o caso dos fundos de pensão Funcef (Caixa Econômica Federal) e Previ (Banco do Brasil).

Nesse grupo, a característica é que o empregado contribui obrigatoriamente com uma parte do seu salário e a empresa repassa a mesma quantia para a previdência complementar. Ou seja, se você aplica R$100 por mês, a companhia acrescenta mais R$100.

Uma das vantagens para o funcionário é que ele pode restituir, no máximo, 12% do IR. A empresa pode optar por diferentes planos, como o PGBL e o VGBL, além do tradicional e do Fundo de Aposentadoria Programada Individual (FAPI).

O segundo tem como finalidade o acúmulo de recursos sem ter um período de contribuição predeterminado. Por isso, não é um fundo de previdência complementar, mesmo formando uma poupança com esse objetivo.

Já os planos tradicionais são mais antigos e não têm vigência atualmente, apenas os que já haviam adquirido essa modalidade. Eles foram substituídos pelo PGBL, que foi criado em 1998.

Resumindo: de modo geral, podemos estabelecer que a previdência complementar aberta é voltada para qualquer pessoa, enquanto a fechada é destinada a servidores públicos. Portanto, nosso foco maior será a primeira opção.

Quais são as taxas cobradas?

As empresas que trabalham com a previdência complementar podem cobrar diferentes taxas. Existem 3 tipos principais, que são:

Taxa de carregamento

Esse encargo tem incidência sobre as contribuições feitas. O percentual costuma variar entre 0% e 3%. Por exemplo: ao aplicar R$1 mil com uma taxa de carregamento de 2%, R$20 será descontado e a quantia efetivamente aplicada será de R$980. Não aceite pagar essa taxa no seu banco, existem diversos fundos e seguradoras que não cobram esta taxa. Se quiser alguma ajuda para esta escolha estou à disposição.

Taxa de administração

Esse ônus existe devido ao custo para gerenciar os ativos e sua incidência considera o rendimento total do investimento. A taxa de administração costuma variar entre 0,7% e 3% ao ano e costuma ser a que impacta mais na aplicação realizada. Por isso, o ideal é optar pela instituição que oferecer o menor percentual no caso de previdência de renda fixa ou a melhor gestão no caso de previdência que tenha ações. Não acho que a mais barata é a melhor, principalmente para previdências moderadas e arrojadas.

Taxa de saída

Essa cobrança é feita somente quando há um resgate antecipado do investimento. Muitas empresas executam o desconto da taxa de saída somente nos primeiros anos. Ainda há aquelas que determina um prazo de carência para o resgate e para as transferências externas, que podem ser totais ou parciais.

Além dessas 3 taxas, você, como segurado, pode ter acesso a garantias adicionais ao optar por uma taxa a mais. As alternativas mais comumente oferecidas são:

  • Pecúlio por morte: protege em caso de falecimento do segurado antes do período de renda. Nesse caso, o beneficiário recebe o valor integral que foi acumulado. (Já falei acima, eu prefiro sempre seguros separados da previdência, se tiver qualquer dúvida só me contatar)

  • Pensão por prazo certo: é similar ao pecúlio por morte, mas o retorno do total aplicado acontece de modo parcelado.

  • Pensão a filhos: resguarda os filhos que tiverem menos de 18 anos. Em caso de falecimento do segurado, eles recebem um valor mensal até alcançarem a maioridade.

  • Pensão ao cônjuge: é semelhante à modalidade anterior, mas é direcionada para um beneficiário, que geralmente é o cônjuge ou o companheiro.

  • Renda por invalidez: protege o segurado em caso de invalidez durante o período de acúmulo de valores. Nesse caso, é ofertada uma renda mensal, que funciona como uma espécie de seguro.

Fora essas taxas, ainda há duas formas de tributação. Uma é a regressiva, que é mais indicada para quem realiza o resgate do dinheiro de uma vez. O imposto tem a alíquota diminuída com o passar do tempo, indo de 35% em período de até 2 anos de contribuição a 10% para períodos maiores que 10 anos.

A outra é a progressiva, que traz mais vantagens para quem deseja receber o montante em parcelas. O resgate sofre a incidência de IR na fonte e a alíquota é única, ficando em 15% e cobrada antecipadamente. Na declaração, é feito o ajuste.

Por que vale a pena investir?

A opção pela previdência complementar depende de cada caso. Para algumas situações, essa modalidade trará mais benefícios. No entanto, é fato que, independentemente do caso, ela serve como uma modalidade de investimento em que você economiza seu dinheiro e garante um futuro mais tranquilo.

Esse investimento é ainda mais interessante quando você é jovem. Afinal de contas, quanto mais cedo começar a aplicar seu dinheiro, maiores são as chances de ter uma aposentadoria confortável no futuro.

Existem outras três situações nas quais vale mais a pena aplicar seu dinheiro em uma previdência complementar:

Contribuição extra da previdência fechada

Nesse caso, a empresa em que você trabalha contribui com o mesmo montante aplicado, o que significa que você tem o dobro do que efetivamente investiu. Essa é uma situação especial, mas que evidencia a vantagem da previdência complementar.

O cuidado que se deve ter nesse caso é se há algum limite para a contribuição por parte da empresa. Além disso, vale a pena conhecer as condições para esse benefício como, por exemplo, a exigência de trabalhar a vida toda na mesma companhia até se aposentar para, então, receber o benefício.

Planejamento sucessório ou transmissão de herança

Essa é uma situação específica em que a aposentadoria serve para resguardar o futuro dos herdeiros, não do segurado propriamente dito. É importante mencionar que o valor da previdência complementar não passa por inventário e não há cobrança de Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD). Em alguns estados isso já está sendo discutido principalmente nos PGBLs, por isso não dá para ser tomado como regra essa isenção.

Além disso, é uma boa ideia consultar um especialista em transmissão de herança, que calculará o valor a ser pago.

Outra vantagem é poder indicar um beneficiário direto que não tenha relação de parentesco perante a lei, como um companheiro com o qual você não seja casado. (a regra da legítima sempre deverá ser respeitada, por isso a ajuda de um profissional é tão importante)

Declaração de IR completa com opção por PGBL e contribuição com até 12% de renda

A modalidade PGBL oferece benefício fiscal, que é o desconto de parte do IR se for investido até 12% da renda. Vale a pena destacar que isso é um diferimento, ou seja, é o adiamento do pagamento do tributo, o que pode ser positivo ao contribuinte.

Nesse caso, você precisa cumprir 4 regras:

  • realizar a declaração completa do IR, mesmo que a dedução seja mais alta por meio do formulário simples;

  • optar pelo PGBL;

  • contribuir com o valor máximo de 12% da renda;

Como escolher o melhor plano de previdência privada?

A escolha da alternativa mais adequada ao seu caso depende de uma série de fatores. Confira 5 dicas que ajudam nesse processo:

Busque planos condizentes com seus objetivos

O seu objetivo, de modo geral, é garantir uma aposentadoria melhor no futuro. No entanto, você pode optar por esse investimento para alcançar outros propósitos. Por isso, o ideal é sempre analisar a estratégia do gestor do fundo de previdência complementar para saber ela está alinhada aos seus planos pessoais.

Por exemplo: se você tem um prazo maior que 10 anos, vale a pena escolher um plano mais arrojado, que opte por uma carteira com até 49% das aplicações em renda variável. Depois, chegando mais próxima da idade da aposentadoria é recomendável transferir para uma alternativa mais conservadora.

Por outro lado, se o prazo é mais curto, prefira os planos de aposentadoria privada mais conservadores, que vão garantir no máximo de 15% a 30% na renda variável; alguns até com 0% em renda variável.

Tenha em mente que o fundo conservador é aquele que investe a maior parte do dinheiro em títulos privados de renda fixa ou públicos. A vantagem dessa opção é que você já sabe quais são as condições de remuneração e o risco é reduzido. Por outro lado, o retorno tende a ser mais baixo, principalmente no longo prazo.

Já o fundo agressivo é aquele que aplica os recursos em renda fixa e variável. Com isso, o rendimento está mais suscetível às flutuações do mercado. Portanto, há mais riscos.

No entanto, há um percentual aplicado em renda fixa, principalmente títulos públicos e privados que acompanhem a variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) — que é a inflação oficial do país. Essa flutuação também pode ser atrelada à Selic, que é a taxa básica de juros, mas o primeiro caso é mais interessante.

Dessa forma, garante-se que o seu dinheiro ganhará valor com o passar dos anos e não ficará apenas repondo a inflação.

Opte por planos que isentem a taxa de carregamento

A cobrança de tributos e taxas diminuirá o seu rendimento. Por isso, conseguir a isenção da taxa de carregamento é a melhor alternativa. Afinal de contas, esse percentual incide sobre cada aporte, o que vai durar alguns anos — e representará um montante significativo no final.

Tente zerar a taxa pesquisando por fundos de previdência mais acessíveis ou criando estratégias para conseguir a isenção, por exemplo, realizando um depósito inicial ou aplicando valores mensais mais altos. Qualquer dúvida como já comentei acima, estou aqui para te ajudar.

Selecione um plano com taxa de administração baixa 

O recomendado é que esse encargo, que é cobrado anualmente, tenha percentual menor que 1,0% se os ativos estiverem baseados na renda fixa e abaixo de 2% se a base for composta. A justificativa é que se torna mais fácil gerenciar os recursos da renda fixa.

Observe a rentabilidade e o histórico do fundo e da instituição

Os 3 pontos mais relevantes na hora de escolher a melhor previdência complementar são: consistência de resultados, rentabilidade e solidez. Esses itens estão atrelados e são importantes para reduzir as incertezas.

Tenha em mente que a escolha do investimento deve ser precisa, porque essa aplicação durará muito tempo. Assim, você assegura que o seu patrimônio continuará seguro e terá retorno ao final do período.

Nesse processo de análise, aproveite e observe a estrutura da seguradora, avalie as opiniões dos clientes, pesquise a história da empresa e como foram os últimos resultados da gestão, procure os planos pela internet e faça comparações.

Considere a possibilidade da portabilidade

Essa opção é válida para planos de mesma natureza, por exemplo, de um PGBL para outro PGBL, mas não de um PGBL para um VGBL. Pode ocorrer de uma instituição para outra e não há incidência de IR. O objetivo é permitir que o investidor encontre o melhor produto para a sua situação.

No caso da tributação, é possível ir de um PGBL progressivo para um PGBL regressivo, mas a regra contrária não é válida. Nesse caso, só pode haver a portabilidade para outro plano regressivo.

Ainda existe uma classificação que ajuda a escolher o plano mais apropriado. Veja:

Renda fixa — Certificado de Depósito Interbancário (CDI) e taxa Selic

Essa modalidade é recomendada para quem precisa resgatar rapidamente o dinheiro, porque garante que o capital será preservado. Também é indicado para pessoas cujo perfil tenha baixa tolerância ao risco.

Renda fixa — inflação

Esses fundos aplicam em títulos atrelados ao IPCA acrescido de uma taxa prefixada, que incide sobre o valor do ativo com correção do IPCA. É mais recomendado para investidores com tolerância moderada ao risco. Apesar de ser de renda fixa, é mais arriscado que o CDI.

Renda fixa — fundos multimercado

A aplicação na renda variável é limitada a 49%. Devido a essa porcentagem ser bastante variável, pode atender diferentes perfis de investidores. É uma boa opção para quem tem tolerância ao risco, mas quer um rendimento melhor em médio ou longo prazos. Porém, não é uma alternativa viável para quem precisa resgatar o valor em um curto prazo de tempo.

Renda fixa — fundo dinâmico

Esses são fundos multimercado com alocação dinâmica. São mais agressivos no começo, mas tendem a se tornar conservadores com o tempo. Isso acontece porque há aplicações em renda fixa de curto e longo prazos, atreladas à inflação e até de renda variável. Assim, o cliente pode escolher quando é melhor usar seus recursos.

O perfil desse investidor é gostar da alocação dinâmica, sem preocupação de modificar o perfil de investimento enquanto ainda está acumulando as quantias mensais.

Como você pôde perceber, a previdência complementar é um tipo de investimento que vale a pena, se você considerar os seus objetivos, as taxas e as características de cada modalidade. No entanto, não é preciso ter dúvidas: com alguns cuidados, seu retorno pode ser bastante atrativo e valer a pena.

E você, já começou a procurar pelo seu plano de previdência privada? Aproveite para ler mais conteúdos interessantes sobre investimentos assinando a nossa newsletter!

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