Quem viveu sabe, quem não viu, perdeu

No início do ano vivíamos o caos, Brasil virou uma Venezuela: inflação nas alturas, economia seguia firme ladeira abaixo e o dólar a R$ 4,00. Nossa ex-presidente, Dilma, continuava sem apoio do congresso, afundando qualquer perspectiva de mudanças na política econômica. Foi um salve-se quem puder.

A confiança do brasileiro estava no fundo do poço, era impensável ser otimista. Inclusive foi cogitado um novo confisco na poupança, mas que hoje em dia era impossível acontecer.

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Enfim Dilma caiu, Eduardo Cunha caiu, Lula foi indiciado na Lava Jato e as perspectivas mudaram, agora o Brasil virou uma Suíça.

Em 6 meses o Brasil entrou em uma forte retomada, o mercado de ações de longe foi o melhor desempenho entre os principais mercado do mundo, o Real valorizou fortemente, os títulos da dívida do governo valorizaram em média 40% e o índice de confiança do consumidor voltou a subir após bater no fundo do poço.

A grande dúvida dos investidores é a valorização dos ativos vão continuar?

Com uma equipe econômica e política centrada em resolver os problemas fiscais, temos tudo para voltarmos ao normal, voltarmos a ser o Brasil – nem Venezuela e nem Suíça. Nesse caso, é provável termos entrando em uma tendência de valorização dos ativos brasileiros.

O que fazer:

IPCA: TÍTULOS ATRELADOS A INFLAÇÃO

Quem já investiu em Títulos Públicos atrelado a inflação mais prêmio de 7%, deve estar com rentabilidade de 30% a 40% de valorização, já que o valor do título é inversamente proporcional aos juros negociados no mercado.

Conforme o relatório FOCUS, tudo indica uma queda na taxa Selic. E como a possibilidade dessa rentabilidade aumentar existe, mas não muito mais do que já foi, o ideal é colocar metade desse lucro no bolso e partir para novas possibilidades.

Para quem ainda está de fora, é válido comprar títulos com vencimento em 2050 e 2055. Mas atenção é bom estar preparado, pois pode ocorrer volatilidade e a necessidade de levar esses papeis até o vencimento. Ainda estamos no Brasil onde até o futuro é incerto.
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PRÉ-FIXADO: TRAVANDO A TAXA

No relatório FOCUS espera-se que a SELIC chegue na casa de 11% no final de 2017. Quem comprou, poderá garantir taxas elevadas em futuro próximo e levar para um prazo maior. A redução dos juros podem levar a uma valorização desses títulos, mas não expressiva, como nos títulos atrelados ao IPCA, de vencimento longo.

Se você ainda não tem títulos Pré, ainda dá tempo de comprar esses títulos, principalmente com vencimento em 2019 e 2021, assim poderá carregar essa alta taxa por um longo prazo.

AÇÕES: Quais ações comprar?

Já ouvimos falar de Tsumoney, de “a grande alta da bolsa”, mas o que temos visto realmente no mercado é que grandes investimentos na bolsa estão sendo evitados com a alta recente.

Se para os grandes está difícil imagina para os pequenos, mas se você acredita numa retomada gradual da economia, e esse momento realmente pode ser bom, ou no mínimo oportuno.

Os setores que o mercado está de olho são: Financeiro, Industrial, Infraestrutura e Energia Elétrica.

Se quiser saber quais ações comprar clique aqui e solicite o relatório de carteiras recomendas e o motivo de cada ação, totalmente grátis.

FUNDOS MULTIMERCADOS

Você sabia que os fundos multimercado marcam “7×1” quando o ciclo é de baixa de juros? Sim, isso acontece e é histórico. Os fundos conseguem obter desempenho acima do Certificado de Depósito Interbancário (CDI), referência para as aplicações.

Como os fundos multimercados podem investir em bolsa, juros, moedas e etc., com movimentos de queda da Selic, os fundos ajustam suas carteiras para ganhar com a queda dos juros.

A expectativa do mercado é que vamos ter um ciclo de queda de juros duradouro, provável que seja parecido com a queda de 2005, e se isso confirmar e você aproveitar esse movimento, vai poder colher bons frutos.

Quer saber em quais fundos investir, consulte nossos especialistas, eles irão poder ajuda-lo.

 

Guia Pratico 2.0 Investindo em Tesouro Direto