Investir em ​renda fixa é opção sob medida para pessoas com perfil mais conservador, que buscam alcançar bons rendimentos sem abrir mão da segurança. Isso acontece porque nessa modalidade de investimento o investidor tem certeza do retorno do capital que investiu e, ainda, do prazo necessário para obter seus rendimentos.

Antes de se aventurar nesse tipo de investimento, no entanto, é essencial entender os tipos de aplicações disponíveis no mercado, as vantagens e os riscos da modalidade, além de saber o caminho das pedras para investir em renda fixa.

Neste post vou explicar tudo o que você precisa saber sobre esse tipo de investimento. Você entenderá a diferença entre renda fixa pré e pós-fixada, conhecerá os produtos disponíveis nessa modalidade e terá todas as informações necessárias para escolher as melhores aplicações de renda fixa para você. Confira!

Você sabe mesmo o que é renda fixa?

Muito se ouve falar sobre renda fixa, mas você sabe realmente o que é essa modalidade de investimento? Em linhas gerais, pode-se dizer que o investimento em renda fixa é a melhor opção para investidores que buscam aplicações seguras e querem ter uma ideia de quanto receberão de rendimento no futuro.

Os investimentos em renda fixa se dividem em dois grandes grupos: os prefixados e pós-fixados. Entenda a diferença:

Prefixados

Os investimentos em renda fixa prefixados têm percentual de rendimento estipulado na contratação do produto. Essa porcentagem não é alterada posteriormente, independentemente de mudanças no cenário econômico ou de variação de índices bancários. Ao investir em um produto de renda fixa prefixado o investidor sempre sabe exatamente quanto receberá de juros no vencimento do título.

Pós-fixados

Os produtos de renda fixa pós-fixados têm rendimento calculado de acordo com índices bancários. Ao contratar um produto de renda fixa que paga um percentual do Certificado de Depósito Interbancário (CDI), por exemplo, o valor que você receberá depende de valor que a taxa estiver no vencimento do título.

Um exemplo: você contratou um investimento em renda fixa pós-fixado que paga 100% do CDI. No momento da contratação, a taxa estava em 10% ao ano. Um ano depois, no vencimento do título, a taxa está em 14%. Essa taxa é diária, ou seja, no momento da contratação o CDI estava em 10%, enquanto essa taxa se manter o aplicador ganha 10% ao ano (100% dos 10%), posteriormente a taxa foi para 14%, nisso o aplicador tem uma rentabilidade de 14% ao ano (100% dos 14%) a partir desse aumento. Essa lógica vale também para cenários (como o atual) de queda na taxa de juros (CDI). Para exemplo vale, mas, não é comum uma mudança tão abruta assim no CDI. Aplicações nesse tipo de indexador (CDI) são as mais indicadas para aplicadores conservadores.

Tipos de renda fixa

Agora que você conhece as diferenças entre investimentos em renda fixa prefixados e pós-fixados, precisa entender as modalidades disponíveis para você investir.

Independentemente da opção escolhida, a lógica é a mesma. Ao comprar um título de renda fixa você empresta seu dinheiro ao banco, governo, instituição financeira ou empresa de grande porte e, no vencimento do produto, você retira a quantia que emprestou acrescida de juros previamente acordados.

São diversos os títulos de renda fixa disponíveis. Entre os mais conhecidos estão as Letras de Crédito Imobiliário (LCI), as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) e Certificado de Depósito Bancário (CDB). Há ainda a opção de investir em Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI), Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA), Debêntures e Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), entre outros.

Conheça as características de alguns dos tipos de investimentos em renda fixa disponíveis e veja quais são os mais adequados para o seu perfil e para os seus objetivos como investidor:

LCI

As Letras de Crédito Imobiliário são um tipo de investimento de renda fixa de baixo risco e, por isso, muito populares entre investidores que desejam diversificar sua carteira sem abrir mão da segurança.

As LCI funcionam da seguinte forma: a instituição financeira empresta dinheiro a pessoas físicas ou jurídicas que desejam comprar um imóvel (financiamento imobiliário). Por ser subsidiado pelo governo e ter o próprio imóvel como garantia caso a dívida não seja paga, esse tipo de empréstimo tem taxas de juros inferiores a outras modalidades.

Após fazer o financiamento, a instituição financeira pode agrupar esse empréstimo com outras operações similares, criando o título chamado de LCI. Esses papéis podem ser vendidos para investidores e, com esse dinheiro, o banco pode realizar novos financiamentos imobiliários e repetir as operações.

É possível adquirir LCIs prefixadas e pós-fixadas. Nessa segunda opção, a instituição financeira paga percentual do CDI.

Os riscos em investir em LCI são relativamente baixos, já que os próprios imóveis funcionam como garantia. Além disso, o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) devolve para o investidor até R$ 250 mil das aplicações em casos como falência da instituição financeira, assim como acontece com a caderneta de poupança. Outra vantagem é que o LCI é isento de Imposto de Renda (IR).

O valor mínimo para investir nessa modalidade varia de instituição para instituição. É possível encontrar produtos que exigem aporte de R$ 5 mil para começar, mas geralmente as aplicações pedem valor mínimo de R$ 30 mil.

Um ponto que deve ser avaliado pelo investidor é a liquidez. Geralmente é preciso esperar pelo menos 3 meses para retirar o dinheiro da aplicação.

LCA

Similares às LCI, as LCA funcionam como financiamento para produtores agrícolas exercerem sua atividade. A garantia é a própria plantação. Assim como acontece com as LCI, as LCA são garantidas até R$ 250 mil pelo FGC e são isentas de IR. O valor mínimo também varia de banco para banco, mas pode girar em torno de R$ 30 mil.

A liquidez também é similar às LCI: geralmente, o investidor só pode retirar o dinheiro a partir de 3 meses, mas esse tempo varia de instituição para instituição.

CDB

Uma das modalidades mais populares de investimento em renda fixa, o CDB é um título emitido por bancos e instituições financeiras para, assim, conseguirem financiar atividades de crédito.

Ao vender o CDB, o banco pega emprestado dinheiro de pessoas físicas para emprestar a outras pessoas físicas. Isso na prática quer dizer que o investidor cede determinada quantia para a instituição financeira por prazo determinado. No vencimento do CDB, o banco devolve o valor do título mais determinada taxa de juros (acordado previamente com o aplicador), que pode ser pré ou pós-fixada.

Para comprar o CDB de um banco não é necessário ser correntista. Por isso, vale a pena pesquisar a taxa de juros para ver qual instituição financeira oferece o melhor retorno para você. Muitas vezes os bancos menores, que têm mais dificuldade para conseguir dinheiro, oferecem uma taxa melhor do que os grandes bancos. Por outro lado, o risco em alguns casos é maior.

Assim como LCI e LCA, investimentos de até R$ 250 mil em CDBs são garantidos pelo FGC. Diferentemente das outras duas opções, no entanto, é possível começar a investir em CDBs com uma quantia relativamente baixa. A partir de R$ 5 mil já é possível aplicar nesse tipo de título.

Algumas corretoras de valores não cobram taxa de custódia para investimentos em CDB. Dependendo o título que você adquirir, a liquidez pode ser diária, o que permite que você resgate seu título quando quiser. Essa característica é interessante para quem pode precisar tirar o dinheiro a qualquer momento. Outra vantagem para quem tem valores acima de R$ 250.000 em corretoras noto oferta de diversos bancos, ou seja, posso diluir em diversos bancos e contar com a segurança do FGC para cada um deles; por exemplo, quero investir R$ 800.000,00 em CDB, para isso irei contratar 4 CDBs (de diferentes instituições), aplicarei R$ 200.000,00 em cada através de uma única conta na corretora. Estarei totalmente seguro pela cobertura do FGC e ainda foi muito simples e prática a aplicação e o controle desse recurso.

CRI

Assim como as LCI, os CRIs também estão atrelados ao mercado imobiliário. No entanto, diferentemente das LCI, que estão ligadas ao crédito imobiliário, essa modalidade de renda fixa refere-se apenas ao fluxo futuro de recebimento de aluguel de determinado imóvel. Ou seja, uma pessoa que tem um imóvel alugado para uma empresa, por exemplo, pode vender o fluxo de renda futuro que terá com o aluguel por um valor presente por meio do CRI.

As taxas praticadas no CRI em alguns casos são atreladas à inflação mais a taxa de juros real, o que evita que o investidor sofra com o risco inflacionário. Por exemplo, IPCA + 6% ao ano.

A modalidade é isenta de Imposto de Renda assim como CRAs, LCAs e LCIs. No entanto, os CRIs não são garantidos pelo FGC. É preciso entender com seu assessor a garantia no momento da compra dos títulos e analisar com cuidado o que foi oferecido. Em alguns casos as garantias são extremamente robustas o que torna um investimento tão seguro quanto um CDB garantido pelo FGC.

CRA

Assim como os CRIs têm relação com as LCI, os CRAs têm semelhanças com as LCA. Em linhas gerais, os CRAs são recebíveis que vêm de pagamentos futuros de produtores rurais e cooperativas. Vantagens e riscos são similares aos CRIs. Antigamente eram aplicações com maior risco, hoje, com lastros e garantias cada vez mais robustas notamos emissões de CRAs com altíssima segurança e rentabilidade muito atrativa.

Debêntures

Títulos de dívidas emitidos por grandes empresas como forma de financiar suas operações, debêntures são outra opção de renda fixa para os investidores. Por meio das debêntures, as empresas conseguem dinheiro diretamente com pessoas físicas, sem a necessidade de passar pelos bancos (e ter que arcar com altos juros).

As debêntures são oferecidas no mercado por meio de corretoras de valores e bancos. Ao comprar esse tipo de título, você se torna um credor da empresa para a qual emprestou dinheiro. Por isso, é essencial analisar a saúde financeira da companhia, as garantias e lastros e também as taxas oferecidas antes de comprar uma debênture.

O título tem prioridade de pagamento caso a empresa quebre. Isso faz com que essa opção seja menos arriscada do que as ações, por exemplo. As taxas também são atrativas. Geralmente estão indexadas ao CDI ou à inflação.

Outra grande vantagem é a isenção de imposto de renda nas Debêntures Incentivadas, que hoje são muito comuns. Quando a empresa emite essa debênture para financiar uma obra de infra-estrutura o investimento é isento para pessoa física assim como LCI/LCA e CRI/CRA que comentei acima.

FIDC

Os FIDCs são fundos de investimento que compram recebimentos que empresas deveriam receber dos seus clientes em data futura. Um fornecedor da Petrobras, por exemplo, pode vender a renda futura que receberá da empresa petrolífera a um FIDC com desconto. Assim, ele tem capital de giro suficiente para continuar operando enquanto não recebe da Petrobras.

Muitos investidores apostam nessa modalidade de renda fixa para diversificar seus investimentos. Outra vantagem desse tipo de investimento é que os FIDCs são classificados por agências classificadoras de risco — isso ajuda a conhecer os riscos envolvidos ao comprar esse tipo de título.

A avaliação e a aprovação dos recebíveis adquiridos pelo FIDC devem passar por consultorias de crédito, o que torna o processo mais seguro para investidores.

Apesar de ser uma boa ótima para quem quer diversificar a carteira de renda fixa, os FIDCs não estão ao alcance de todos. Para adquirir esse tipo de título é necessário ser investidor qualificado (ter no mínimo R$ 1.000.000,00 aplicados, não no mesmo produto ou instituição e sim no mercado como um todo)

Vantagens da renda fixa

Agora que você conheceu algumas opções de investimento de renda fixa, chegou a hora de conhecer as vantagens de apostar nessa modalidade de investimento para o seu dinheiro.

Assessoria profissional

Apostar em uma variedade de produtos de renda fixa é uma oportunidade de ouro de ter uma gestão profissional dos seus investimentos. Ao abrir uma conta em uma corretora, por exemplo, você poderá atendido por uma equipe de assessores extremamente qualificados. Isso é essencial para escolher as melhores opções para o seu perfil de investidor e para os seus objetivos de vida.

Diversificação da carteira

A renda fixa possibilita que mesmo o pequeno investidor diversifique sua carteira de investimentos. Você pode investir em opções como CDBs e também em fundos. Como o volume financeiro captado pelo fundo é alto, diversifica-se títulos e investimentos, reduzindo ainda mais os riscos.

Mais rentabilidade

Ao investir em fundos de renda fixa, mesmo o pequeno investidor pode ter acesso a produtos mais sofisticados, como debêntures. Isso não seria possível caso ele operasse de forma individual, como pessoa física. Ao investir nesse tipo de aplicação, o investidor pode alcançar melhor rentabilidade e muitas vezes isento de imposto de renda.

Liquidez

Muitos investimentos em renda fixa permitem que o investidor resgate o que investiu a qualquer momento, antes mesmo dos vencimentos. Em geral, o valor é depositado na conta do investidor em 1 dia.

Dependendo do produto adquirido, é importante ficar atento a um ponto: caso o valor seja retirado antes de 30 dias, ele sofrerá incidência regressiva do IOF.

Segurança

Investimentos de renda fixa como CDBs, LCA e LCI apresentam as mesmas garantias que a popular caderneta de poupança, considerado o investimento mais seguro do mercado.

Na prática, isso quer dizer que investimentos até R$ 250 mil, por instituição financeira e por CPF, são garantidos pelo FGC. Ou seja, se você tem, por exemplo, R$ 100 mil investidos em CDBs em um banco e ele quebra, você terá a quantia de volta integralmente.

Isenção de IR

Além de garantidos pelo FGC, alguns produtos de renda fixa também são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas. Entre eles, LCA e LCI.

Riscos do investimento

A renda fixa é uma modalidade de investimento sob medida para quem busca segurança e quer ter certa ideia de quanto receberá de rendimento ao retirar o dinheiro. Essas características são especialmente interessantes para investidores que querem diversificar sua carteira e garantir uma boa rentabilidade sem se arriscar no imprevisível mercado de ações.

Apesar de grande parte dos produtos de renda fixa ser considerada segura, há alguns riscos. Por isso, é preciso buscar o máximo de informações e, se possível, contar com ajuda especializada para definir quais são os melhores investimentos para você. Conheça alguns riscos de investir em renda fixa:

Risco de crédito

Ao investir em renda fixa é preciso considerar o risco de crédito, que é quando a instituição financeira em que estão os investimentos do cliente, como CDB, poupança e afins, quebra.

Grande parte dos produtos em renda fixa é protegida pelo FGC. No entanto, é preciso lembrar que o valor está limitado a R$ 250 mil. Caso deseja investir valor superior a essa quantia, é essencial buscar a diversificação de produtos e/ou aplicar em mais de uma instituição financeira para não correr o risco de perder dinheiro caso o banco quebre.

Risco de mercado

Ao investir em renda fixa, é necessário considerar ainda o risco de mercado, que é quando o cenário econômico afeta de alguma forma os investimentos. Esse é um ponto que merece atenção especialmente de investidores que optam por produtos com juros pós-fixados. A rentabilidade de investimentos como CDB e LCI, por exemplo, pode ficar abaixo da inflação.

Outros cenários, como queda acentuada da taxa básica de juros (Taxa Selic), também podem comprometer a rentabilidade.

Risco de liquidez

Na hora de escolher os investimentos que vão compor a carteira, é muito importante que o investidor considere o fator liquidez. Quem deseja resgatar o que investiu com certa tranquilidade e em menos tempo deve buscar produtos que ofereçam alta liquidez, por exemplo.

Nesse sentido escolher por opções como o CDB, que tem liquidez diária após o período de carência, pode ser melhor do que investir em LCI e LCA. Essas duas modalidades podem exigir até 720 dias para o investidor poder retirar o que aplicou sem abrir mão da rentabilidade — o que, dependendo da situação, não é um bom negócio.

Como investir

Agora que você conhece diversas facetas dos investimentos em renda fixa, fica a pergunta: como começar a investir? Muitos tipos de investimentos, como LCI, LCA e CDBs, estão disponíveis em grandes bancos. Você pode entrar pelo internet banking e conferir quais são as opções oferecidas, as taxas de juros, o valor mínimo etc.

Para produtos mais sofisticados, como CRIs e CRAs, corretoras de valores são mais indicadas. Independentemente do tipo de aplicação em renda fixa escolhida pelo investidor, apostar em uma assessoria especializada faz toda a diferença, mesmo com pouco dinheiro para investir.

Contar com uma equipe para ajudar a montar a carteira de investimentos é a garantia de que as opções escolhidas estarão alinhadas com o perfil de investidor — conservador, moderado ou agressivo.

Além disso, uma corretora de valores pode auxiliar a estudar os produtos mais adequados para os objetivos de cada investidor. Uma pessoa que deseja criar uma reserva de emergência, por exemplo, certamente escolherá investimentos mais seguros e com mais liquidez, já que pode precisar retirar o dinheiro a qualquer momento.

Veja algumas dicas que vão ajudá-lo a escolher a melhor corretora ou o melhor banco para cuidar dos seus investimentos:

Experiência

O primeiro passo para escolher a melhor assessoria na hora de investir é procurar uma corretora que tenha experiência e conhecimento de mercado. Busque uma empresa consolidada para ter mais segurança.

Formas diferenciadas de atendimento

Com o dia a dia cada vez mais corrido, é importante que sua assessoria de investimento ofereça formas diferenciadas de atendimento. Disponibilizar canais como whatsapp, telefone e e-mail pode fazer a diferença na relação com o aplicador.

Mix de produtos

Uma das grandes vantagens de optar por uma corretora de valores é que esse tipo de empresa costuma ter um mix de produtos mais completo do que bancos tradicionais. Por isso, mesmo que deseje focar apenas em renda fixa, analise os tipos de investimentos que a corretora disponibiliza nessa modalidade. Dessa forma será possível montar uma carteira diversificada de produtos.

Taxas

Por fim, antes de escolher sua corretora, compare as taxas oferecidas. Geralmente, as corretoras de valores oferecem taxas de juros mais atrativas do que os bancos. Compare ainda a rentabilidade dos produtos ofertados.

Investir em renda fixa é uma boa opção para investidores que buscam segurança e querem ter uma ideia da rentabilidade que terão com seus investimentos. Para ter sucesso nessa modalidade, é essencial se informar. Leia sites, blogs, livros e publicações especializadas para estar sempre por dentro do assunto. Um dos principais erros cometidos por investidores é a falta de conhecimento!

Por fim, procure uma assessoria especializada para ajudá-lo a tomar as melhores decisões sobre seus investimentos. Com o auxílio de profissionais qualificados você terá a possibilidade de escolher os produtos em renda fixa que são mais adequados para o seu perfil e os seus objetivos.

Qualquer dúvida estou à sua disposição.

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